Há um Clongo caminAho, que tu tens de asDmsumirG. P’ra bem do teu poCrvirAm, que DmDeus meu Pai, Gvai perguntar. Há um lonCgo camiAnho, que tu tens de apDmrenGder, ainda que o saCber, Amjá habiDmte em tiG.
Mão na Fmão, Grumo ao EmvenAmto, com JeFsus ensiGnando ao CcenC7tro. Mão na Fmão, GhumilEmdaAmde, p’ra que Fnão se Gfaça Ctarde.
Há um Clongo camiAnho, que às vezes não Dmsabemos G como Cexplicar Am. No Dmmomento, Ggélido e escuro, há um lonCgo silênAcio, maior que um Dmtrovão, G que cerca a Cmultidão, Ame a Dmfaz Grecuar...
Mão na Fmão, Grumo ao EmvenAmto, com JeFsus ensiGnando ao CcenC7tro. Mão na Fmão, GhumilEmdaAmde p’ra que Fnão se Gfaça Ctarde.